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A Nossa Missão
A SPEA é uma ONG de ambiente sem fins lucrativos, que tem por missão trabalhar para o estudo e a conservação das aves e seus habitats, promovendo um desenvolvimento que garanta a viabilidade do património natural para usufruto das gerações futuras.
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Principais resultados
Ações de planeamento
Produção de plantas nativas
  • Desenvolvidos 25 protocolos de produção para espécies nativas e endémicas dos Açores;
  • Obtidos até ao momento 896 kg de sementes limpas;
  • Produzidas até a data 296 000 plantas de 28 espécies diferentes.
Criação dum anel de proteção
  • Foram abertos mais de 11 km de trilhos de acessos às áreas de intervenção e preparadas propostas para a utilização turística de estes acessos no pós-LIFE;
  • Restaurados 70 hectares de habitat de cumeada
Recuperação dum gradiente altitudinal de floresta natural
  • Foram testadas várias metodologias com e sem herbicida, para o controlo de incenso, sendo que as técnicas que apresentaram melhores resultados foram as que envolviam aplicação do herbicida glifosato, quer por injeção no tronco quer por abate e pincelagem do tronco. Não foi verificado sucesso em nenhuma das técnicas que não envolviam aplicação de herbicida;
  • Restaurado 1 hectare de área invadida por incenso em Floresta Laurissilva;
  • Foram testadas várias metodologias, com e sem herbicida, para o controlo de fetos arbóreos, sendo que a que as técnicas que apresentaram melhores resultados foram as que utilizaram os herbicidas glifosato e metasulfurão de metilo por aplicação foliar. As técnicas sem herbicida apenas provaram eficácia nos cepos de C. cooperi;
  • Restaurados 24 hectares, sendo que estes são relativos a povoamentos puros de incenso cuja intervenção é mais lenta dada a dimensão das árvores aí existentes;
  • Foram plantadas277 000plantas nativas e endémicas dos Açores.
Recuperação de linhas de água e áreas de derrocada
  • Realizada a formação de 6 operacionais e 3 técnicos em técnicas de escalada em outubro de 2014. Formação refeita em 2016;
  • Recuperado 1 hectare de taludes com engenharia biofísica e vegetação nativa
  • Preparado um Manual de Boas práticas para a recuperação ecológica de taludes
  • Recuperadas 2 hectares das 6,3 previstas de áreas de derrocada ao longo da área do gradiente;
  • Recuperadas 4 hectares de linha de água num troço de 500m.
  • Foi estabelecido um sistema de monitorização da linha de água desde 2015.
Controlo de predadores
  • Foram identificadas densidades elevadas de roedores, especialmente associados às áreas em intervenção pelo projeto. Igualmente foi verificada a predação de ninhos artificiais por parte de roedores. Não foi possível verificar predação em ninhos de priolo por serem difíceis de encontrar;
  • Foram testadas 3 tipos de armadilhas e implementado o sistema com melhores resultados nas áreas de nidificação do priolo e nas áreas e acessos alvo de intervenção pelo presente projeto LIFE;
  • Foram instalados 2 contentores de lixo anti-roedores na Serra da Tronqueira e realizada uma remoção de lixo com o objetivo de reduzir o número de fontes de alimento artificiais na ZPE;
  • Foi realizado o controlo de roedores em áreas de intervenção do projeto. Porém seria recomendável realizar um controlo mais alargado, não contemplado neste projeto;
  • Relatório final da ação com recomendações para o controlo de roedores
Avaliação de novas ameaças
  • Foi avaliada a existência de espécies introduzidas de Ilex e Laurus na ZPE, porém não foram identificados resultados conclusivos.
  • Esta a ser implementado um sistema de deteção precoce de novas invasoras na ZPE através da plataforma: http://invasoras.pt/
Ações de gestão do uso público
  • Foi realizada uma caracterização de visitantes em 2014.
  • Realizado um estudo de acessibilidade universal na ZPE e nas Terras do Priolo;
  • Carta de Desporto de Naturezaconcluída. Recentemente foi decidido o alargamento a toda a ilha de São Miguel
  • Foram monitorizados os três principais acessos ao Pico da Vara com contagem de utilizadores e análise de impactos desde 2014 até final de 2017;
  • Estes estudos serviram como base para o desenvolvimento de uma proposta de Gestão do Uso Público da ZPE, que não estava prevista no projeto;
  • Renovação e atualização dos conteúdos expositivos do Centro Ambiental do Priolo em 2016.
  • Criado um mapa online de visitação da ZPE;
  • Renovado o galardão da Carta Europeia de Turismo Sustentável em Áreas Protegidas em 2017 com um novo plano de Ação (2017-2021) e adesão da Câmara Municipal da Povoação em 2018.
Sensibilização da população local e visitantes
  • Realizadas 279 atividades gerais desde o início do projeto com 15.761 participantes.
  • Realizadas desde o início do projeto 457 atividades escolares com 14.394 alunos envolvidos.
  • Exposição itinerante para escolas sobre o Priolo e a sua fuga à extinção
  • O Centro Ambiental do Priolo recebeu e orientou, desde o início do projeto, mais de 15.000 visitantes na ZPE
  • Relatório sobre sensibilização da população será publicado no final do projeto.
Monitorização geral do projeto
  • Monitorização anual da evolução da vegetação em 20 parcelas 10x10 instaladas nas áreas de intervenção do projeto e em áreas de controlo
  • Monitorização do sucesso da plantação em parcelas instaladas em 2016 e que serão acompanhadas até a final do projeto;
  • Análise do banco de sementes com amostras de solo dos 20 plots de vegetação de 10x10 que foram colocadas em ambiente controlado e monitorizadas até final de 2016;
  • Monitorização do sucesso da hidrosementeira: Em 2017 efetuou-se a monitorização de 6 "plots" de 1x1 m em locais onde foram aplicadas diferentes técnicas de engenharia natural;
  • A análise do sucesso das podas em plantas endémicas foi realizada em 2016, não se verificando interesse na realização desta prática para a melhora do habitat, nem no desenvolvimento das plantas
  • A monitorização do priolo é realizada com um censo de verão, um censo de juvenis e um censo de inverno baseado no fernstripping. A ultima monitorização da população do priolo, realizada em 2018, com uma estimativa populacional de em torno a 970 indivíduos e uma ratio juvenis/adultos de 1,31;
  • O III Atlas do Priolo, que envolve 50 voluntários em simultâneo para realizar uma estimação mais robusta do tamanho populacional do priolo, foi realizado em 2016;
  • Avaliação do impacto socioeconómico do projeto realizado no final do projecto
* Atualizado em fevereiro de 2020



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