Bem vindo ao site da SPEA - sociedade portuguesa para o estudo de aves

Opções do site

Subscrever Newsletter

Outras opções do site

Pesquisar no site

Data actual

Principais opções do site

D
S
T
Q
Q
S
S
 
 
 
1
2
3
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
27
28
29
30
31
 
A Nossa Missão
A SPEA é uma ONG de ambiente sem fins lucrativos, que tem por missão trabalhar para o estudo e a conservação das aves e seus habitats, promovendo um desenvolvimento que garanta a viabilidade do património natural para usufruto das gerações futuras.
Home  > Resultados > Principais resultados
imprimir

Principais resultados
Ações de planeamento
  • Estratégia aprovada em 2016 e em implementação com 7 entidades envolvidas;
  • Plano de Gestão do Parque Natural de Ilha de São Miguel está em preparação sendo expectável a sua publicação em 2018 (Em conclusão);
  • Mapeamento pormenorizado da vegetação e carta de riscos de invasão (Em conclusão);
  • Workshop de preparação do plano de conservação da espécie Pós Life (A realizar);
  • Plano de conservação da espécie Pós Life (Em preparação).
Produção de plantas nativas 
  • Desenvolvidos 25 protocolos de produção para espécies nativas e endémicas dos Açores;
  • Obtidos até ao momento 811,4 kg de sementes limpas;
  • Produzidas até a data 229.907 plantas de 28 espécies diferentes.
Criação dum anel de proteção
  • Foram abertos mais de 8 km de trilhos de acessos às áreas de intervenção e preparadas propostas para a utilização turística de estes acessos no pós-LIFE;
  • Restaurados 2 hectares de habitat de cumeada, sendo que está ação será implementada mais intensivamente a partir de Maio de 2018
Recuperação dum gradiente altitudinal de floresta natural
  • Foram testadas várias metodologias com e sem herbicida, para o controlo de incenso, sendo que as técnicas que apresentaram melhores resultados foram as que envolviam aplicação do herbicida glifosato, quer por injeção no tronco quer por abate e pincelagem do tronco. Não foi verificado sucesso em nenhuma das técnicas que não envolviam aplicação de herbicida;
  • Restaurado 1 hectare de área invadida por incenso em Floresta Laurissilva;
  • Foram testadas várias metodologias, com e sem herbicida, para o controlo de fetos arbóreos, sendo que a que as técnicas que apresentaram melhores resultados foram as que utilizaram os herbicidas glifosato e metasulfurão de metilo por aplicação foliar. As técnicas sem herbicida apenas provaram eficácia nos cepos de C. cooperi;
  • Restaurados 12 hectares dos 24 previstos da área inicialmente prevista, sendo que estes são relativos a povoamentos puros de incenso cuja intervenção é mais lenta dada a dimensão das árvores aí existentes;
  • Foram plantadas 109.007 plantas nativas e endémicas dos Açores.
Recuperação de linhas de água e áreas de derrocada 
  • Realizada a formação de 6 operacionais e 3 técnicos em técnicas de escalada em outubro de 2014;
  • Recuperado 1 hectare de taludes com engenharia biofísica e vegetação nativa 
  • Preparado um Manual de Boas práticas para a recuperação ecológica de taludes
  • Recuperadas 2 hectares das 6,3 previstas de áreas de derrocada ao longo da área do gradiente;
  • Recuperadas 4 hectares de linha de água num troço de 500m. 
  • Foi estabelecido um sistema de monitorização da linha de água desde 2015 e estão a ser recolhidos dados até final de 2018, um ano depois do final da intervenção
Controlo de predadores
  • Foram identificadas densidades elevadas de roedores, especialmente associados às áreas em intervenção pelo projeto. Igualmente foi verificada a predação de ninhos artificiais por parte de roedores. Não foi possível verificar predação em ninhos de priolo por serem difíceis de encontrar;
  • Foram testadas 3 tipos de armadilhas e implementado o sistema com melhores resultados nas áreas de nidificação do priolo e nas áreas e acessos alvo de intervenção pelo presente projeto LIFE;
  • Foram instalados 2 contentores de lixo anti-roedores na Serra da Tronqueira e realizada uma remoção de lixo com o objetivo de reduzir o número de fontes de alimento artificiais na ZPE; 
  • Foi realizado o controlo de roedores em áreas de intervenção do projeto. Porém seria recomendável realizar um controlo mais alargado, não contemplado neste projeto;
  • Relatório final da ação com recomendações para o controlo de roedores (previsto em junho de 2018)
Avaliação de novas ameaças
  • Foi avaliada a existência de espécies introduzidas de Ilex e Laurus na ZPE, porém não foram identificados resultados conclusivos.
  • Esta a ser implementado um sistema de deteção precoce de novas invasoras na ZPE através da plataforma: http://invasoras.pt/
Ações de gestão do uso público
  • Foi realizada uma caracterização de visitantes em 2014. 
  • Realizado um estudo de acessibilidade universal na ZPE e nas Terras do Priolo;
  • Carta de Desporto de Natureza para a ZPE em desenvolvimento. Recentemente foi decidido o alargamento a toda a ilha de São Miguel e está prevista a sua publicação até fim de 2018) 
  • Foram monitorizados os três principais acessos ao Pico da Vara com contagem de utilizadores e análise de impactos desde 2014 até final de 2017;  
  • Estes estudos serviram como base para o desenvolvimento de uma proposta de Gestão do Uso Público da ZPE, que não estava prevista no projeto;
  • Renovação e atualização dos conteúdos expositivos do Centro Ambiental do Priolo em 2016.
  • Criado um mapa online de visitação da ZPE;
  • Renovado o galardão da Carta Europeia de Turismo Sustentável em Áreas Protegidas em 2017 com um novo plano de Ação (2017-2021) e adesão da Câmara Municipal da Povoação em 2018. 
Sensibilização da população local e visitantes
  • Realizadas 293 atividades gerais desde o início do projeto com 7.735 participantes.
  • Realizadas desde o início do projeto 431 atividades escolares com 9.975 alunos envolvidos.
  • Exposição itinerante para escolas sobre o Priolo e a sua fuga à extinção (Em desenvolvimento) 
  • O Centro Ambiental do Priolo recebeu e orientou, desde o início do projeto, mais de 15.000 visitantes na ZPE 
  • Relatório sobre sensibilização da população será publicado no final do projeto. 
Monitorização geral do projeto 
  • Monitorização anual da evolução da vegetação em 20 parcelas 10x10 instaladas nas áreas de intervenção do projeto e em áreas de controlo
  • Monitorização do sucesso da plantação em parcelas instaladas em 2016 e que serão acompanhadas até a final do projeto;
  • Análise do banco de sementes com amostras de solo dos 20 plots de vegetação de 10x10 que foram colocadas em ambiente controlado e monitorizadas até final de 2016;
  • Monitorização do sucesso da hidrosementeira: Em 2017 efetuou-se a monitorização de 6 "plots" de 1x1 m em locais onde foram aplicadas diferentes técnicas de engenharia natural; 
  • A análise do sucesso das podas em plantas endémicas foi realizada em 2016, não se verificando interesse na realização desta prática para a melhora do habitat, nem no desenvolvimento das plantas
  • A monitorização do priolo é realizada com um censo de verão, um censo de juvenis e um censo de inverno baseado no fernstripping. A ultima monitorização da população do priolo, realizada em 2017, com uma estimativa populacional de em torno a 1182 indivíduos e uma ratio juvenis/adultos de 1,2;
  • O III Atlas do Priolo, que envolve 50 voluntários em simultâneo para realizar uma estimação mais robusta do tamanho populacional do priolo, foi realizado em 2016;
  • Avaliação do impacto socioeconómico do projeto a ser realizado até ao final do projeto.
* Atualizado em março de 2018



voltar



Política de privacidade, adicione aos favoritos, sugira este site © 2010 spea - Todos os direitos reservados.
Seara.com